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EDUCAÇÃO FÍSICA –   ENSINO À DISTÂNCIA PROFESSOR CAIO KANASHIRO ATIVIDADES ATUALZADAS  TURMA 6º ANO A, B e C SEJAM BEM-VIN...

sábado, 21 de março de 2020

LÍNGUA PORTUGUESA - ROSANA EM


PEI IIJIMA
ATIVIDADE EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 1ºA
Professora: Rosana (SEGUNDA)

ATIVIDADE 1

Texto I                                                                        Texto II
 Monte Castelo                                            Soneto 11

Ainda que eu falasse                                         Amor é fogo que arde sem se ver;
A língua dos homens                                        É ferida que dói e não se sente;
E falasse a língua dos anjos,                              É um contentamento descontente;
Sem amor eu nada seria.                                  É dor que desatina sem doer;
É só o amor! É só o amor                                É um não querer mais que bem querer           
Que conhece o que é verdade.                        É solitário andar por entre a gente;
O amor é bom, não quer o mal,                      É nunca contentar-se de contente;
Não sente inveja ou se envaidece.                    É cuidar que se ganha em se perder;


O amor é o fogo que arde sem se ver; 
É ferida que dói e não se sente;                       É querer estar preso por vontade; 
É um contentamento descontente;                  É servir a quem vence, o vencedor;
É dor que desatina sem doer.                          É ter com quem nos mata lealdade.


Ainda que eu falasse
A língua dos homens                                       Mas como causar pode seu favor  
E falasse a língua dos anjos                              Nos corações humanos amizade,
Sem amor eu nada seria.                                 se tão contrário a si é o mesmo Amor?

É um não querer mais que bem querer;          (Luís de Camões)
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;                
É cuidar que se ganha em se perder.              
É um estar-se preso por vontade;                   
É servir a quem vence, o vencedor;                
É um ter com quem nos mata a lealdade.    
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem.                      
Todos dormem. Todos dormem.                            
Agora vejo em parte,                                        
Mas então veremos face a face.                                  
É só o amor! É só o amor                                  
Que conhece o que é verdade.                                  
Ainda que eu falasse                                          
A língua dos homens                                                
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
(Legião Urbana)

Habilidade: Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido
                                             
01. O texto I difere do texto II
(A) na constatação de que o amor pode levar até à morte.
(B) na exaltação da dor causada pelo sofrimento amoroso.
(C) na expressão da beleza do sentimento dos que amam.        
(D) na rejeição da aceitação passiva do sentimento amoroso.  
    
Leia a tira a seguir.

Habilidade Interpretar texto com o auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto etc.).
02.  De acordo com a imagem, denota-se que o Cascão
(A)   vai ser queimado.
(B)   vai ser cozido.
(C)  vai tomar banho.
(D)  vai ser solto.

                 TEXTO I                                                                        TEXTO II

Carta de Pero Vaz de Caminha                                       Erro do Português                 
                                  (Fragmento)         
                                                                     
Na noite seguinte ventou tanto sueste com                     Quando o português chegou
chuvaceiros, que as naus desviaram-se do                     Debaixo duma bruta chuva   
rumo, e especialmente a capitania.                                  Vestiu o índio
                                                                                         Que pena! 
(CAMINHA, Pero Vaz de. Carta a El Rey                       Fosse uma manhã de sol Dom Manuel. Versão moderna de Rubem                    O índio tinha despido
 Braga, Record, 1981.)                                                   O português.    

                                                                               (ANDRADE,Oswald de, Pau-Brasil,
                                                                                                                 Globo, 1990.)

Habilidade- Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido.
03.  A semelhança entre os dois textos I e II acontece, quando os autores se referem
(A) ao índio. (B)  a naus. (C)  ao sol. (D) à chuva.


Leia o texto e depois responda as questões de 4 a 5.

O AVARENTO
           Um avarento possuía uma barra de ouro, que mantinha enterrada no chão. Todos os dias ia lá dar uma olhada.
            Um dia, descobriu que a barra fora roubada, e começou a se descabelar e a se lamentar aos brados.
           Um vizinho, ao vê-lo naquele estado, disse:
           __ Mas para que tanta tristeza? Enterre uma pedra no mesmo lugar e finja que é de ouro. Vai dar na mesma, pois quando o ouro estava aí você não o usava pra nada!  (Esopo. In: O livro das virtudes – O compasso moral, 1996)

Habilidade- Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios etc.
04.    De acordo com o texto pode-se concluir que avarento é a pessoa que
(A)    gasta muito.
(B)    come muito.
(C)    possui muitos bens.
(D)    só pensa em guardar dinheiro.

Habilidade- Inferir uma informação implícita em um texto.
05.    O provérbio que pode ser associado ao texto é
(A)    “Nem tudo que reluz é ouro.”
(B)    “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.”
(C)    “Quem tudo quer, tudo perde.”
(D)    “Em terra de cego, quem tem um olho é rei.”

Texto I 

Cinquenta camundongos, alguns dos quais clones de clones, derrubaram os obstáculos técnicos à clonagem. Eles foram produzidos por dois cientistas da Universidade do Havaí num estudo considerado revolucionário pela revista britânica "Nature", uma das mais importantes do mundo. (...) 
A notícia de que cientistas da Universidade do Havaí desenvolveram uma técnica eficiente de clonagem fez muitos pesquisadores temerem o uso do método para clonar seres humanos. 
O Globo. Caderno Ciências e Vida. 23 jul. 1998, p. 36. 

Texto II 

Cientistas dos EUA anunciaram a clonagem de 50 ratos a partir de células de animais adultos, inclusive de alguns já clonados. Seriam os primeiros clones de clones, segundo estudos publicados na edição de hoje da revista "Nature". 
A técnica empregada na pesquisa teria um aproveitamento de embriões — da fertilização ao nascimento — três vezes maior que a técnica utilizada por pesquisadores britânicos para gerar a ovelha Dolly. 
Folha de S.Paulo. 1º caderno - Mundo. 03 jul. 1998, p. 16. 

HabilidadeReconhecer diferentes formas de tratar uma informação.
        06. Os dois textos tratam de clonagem. Qual aspecto dessa questão é tratado apenas no texto I? 
     (A) A divulgação da clonagem de 50 ratos. 
     (B) A referência à eficácia da nova técnica de clonagem. 
     (C) O temor de que seres humanos sejam clonados. 
     (D) A informação acerca dos pesquisadores envolvidos no experimento. 




Leia o conto a seguir, de Lygia Fagundes Telles.
A disciplina do amor

Foi na França, durante a Segunda Grande guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando àquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias, com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?…uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.

Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor.
Responda as questões de 7 a 11, consultando o texto.
Habilidade- Localizar informações explícitas em um texto.
07O fato contado pelo narrador transcorreu na
(A)   Segunda Grande Guerra.                  (C) Casa do jovem.
(B)   França.                                              (D) Na esquina da casa.

Habilidade- Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
08.Qual é a informação principal no texto “A disciplina do amor”?
(A)    A história de um rapaz e um cão.
(B)    A 2ª Guerra e a convocação de um jovem.
(C)    A história do cachorro e seu comportamento.
(D)   A história de um soldado e a saudade de seus entes queridos.

Habilidade- Identificar o tema de um texto.
09.  O texto trata, principalmente
(A)    do comportamento do cão.                  (C) da memória do jovem convocado para a guerra.
(B)    do carinho que as pessoas o tinham.  (D) dos familiares do jovem rapaz.
Habilidade-Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.
10.   O autor no final da história deixou
(A)   suspense.
(B)   curiosidade.
(C)   melancolia.
(D)  gracejo.




























PEI IIJIMA
ATIVIDADE EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 1ºA
Professora: Rosana (TERÇA)

ATIVIDADE 2
Leia o texto a seguir.
O ouro da biotecnologia

Até os bebês sabem que o patrimônio natural do Brasil é imenso. Regiões como a Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica – ou o que restou dela – são invejadas no mundo todo por sua biodiversidade. Até mesmo ecossistemas como o do cerrado e o da caatinga têm mais riqueza de fauna e flora do que se costuma pensar. A quantidade de água doce, madeira, minérios e outros bens naturais é amplamente citada nas escolas, nos jornais e nas conversas. O problema é que tal exaltação ufanista ("Abençoado por Deus e bonito por natureza”) é diretamente proporcional à desatenção e ao desconhecimento que ainda vigoram sobre essas riquezas.
Estamos entrando numa era em que, muito mais do que nos tempos coloniais (quando pau-brasil, ouro, borracha etc. eram levados em estado bruto para a Europa), a exploração comercial da natureza deu um salto de intensidade e refinamento. Essa revolução tem um nome: biotecnologia. Com ela, a Amazônia, por exemplo, deixará em breve de ser uma enorme fonte “potencial" de alimentos, cosméticos, remédios e outros subprodutos: ela o será de fato – e de forma sustentável. Outro exemplo: os créditos de carbono, que terão de ser comprados do Brasil por países que poluem mais do que podem, poderão significar forte entrada de divisas.
Com sua pesquisa científica carente, indefinição quanto à legislação e dificuldades nas questões de patenteamento, o Brasil não consegue transformar essa riqueza natural em riqueza financeira. Diversos produtos autóctones, como o cupuaçu, já foram registrados por estrangeiros – que nos obrigarão a pagar pelo uso de um bem original daqui, caso queiramos (e saibamos) produzir algo em escala com ele. Além disso, a biopirataria segue crescente. Até mesmo os índios deixam que plantas e animais sejam levados ilegalmente para o exterior, onde provavelmente serão vendidos a peso de ouro. Resumo da questão: ou o Brasil acorda onde provavelmente serão vendidos a peso de ouro. Resumo da questão: ou o Brasil acorda para a nova realidade econômica global, ou continuará perdendo dinheiro como fruta no chão. (Daniel Piza. O Estado de S. Paulo.)

HabilidadeIdentificar a tese de um texto.
01.  O texto defende a tese de que
(A) a Amazônia é fonte “potencial” de riquezas.
(B) as plantas e os animais são levados ilegalmente.
(C) o Brasil desconhece o valor de seus bens naturais.
(D) os bens naturais são citados na escola.

Leia o texto.
           O namoro na adolescência

Um namoro, para acontecer de forma positiva, precisa de vários ingredientes: a começar pela família, que não seja muito rígida e atrasada nos seus valores, seja conversável, e, ao mesmo tempo, tenha limites muito claros de comportamento. O adolescente precisa disto, para se sentir seguro. O outro aspecto tem a ver com o próprio adolescente e suas condições internas, que determinarão suas necessidades e a própria escolha. São fatores inconscientes, que fazem com que a Mariazinha se encante com o jeito tímido do João e não dê pelota para o herói da turma, o Mário. Aspectos situacionais, como a relação harmoniosa ou não entre os pais do adolescente, também influenciarão o seu namoro. Um relacionamento em que um dos parceiros vem de um lar em crise, é, de saída, dose de leão para o outro, que passa a ser utilizado como anteparo de todas as dores e frustrações.
Geralmente, esta carga é demais para o outro parceiro, que também enfrenta suas crises pelas próprias condições de adolescente. Entrar em contato com a outra pessoa, senti-la, ouvi-la, depender dela afetivamente e, ao mesmo tempo, não massacrá-la de exigências, e não ter medo de se entregar, é tarefa difícil em qualquer idade. Mas é assim que começa este aprendizado de relacionar-se afetivamente e que vai durar a vida toda. (SUPLICY, Marta. A condição da mulher. São Paulo: Brasiliense, 1984.)

HabilidadeEstabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.
02.    Para um namoro acontecer de forma positiva, o adolescente precisa do apoio da família. O argumento que defende essa ideia é
(A) a família é o anteparo das frustrações.
(B) a família tem uma relação harmoniosa.
(C) o adolescente segue o exemplo da família.
(D) o apoio da família dá segurança ao jovem.

Leia o texto abaixo.
 “Chatear” e “encher”

Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”. Chatear é assim: você telefona para um escritório qualquer da cidade.
— Alô! Quer me chamar, por favor, o Valdemar?
— Aqui não tem nenhum Valdemar.
Daí a alguns minutos você liga de novo:
— O Valdemar, por obséquio.
— Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.
— Mas não é do número tal?
— É, mas aqui nunca teve nenhum Valdemar. Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:
— Por favor, o Valdemar chegou?
— Vê se te manca, palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca
trabalhou aqui?
— Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.
— Não chateia.
Daí a dez minutos, liga de novo.
— Escute uma coisa! O Valdemar não deixou pelo menos um recado? O outro desta vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.
Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:
— Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar. Alguém telefonou para mim
CAMPOS, Paulo Mendes. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, v.2, p. 35.

Habilidade– Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expressão.
03. No trecho “Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar” (l. 7), o emprego do termo sublinhado sugere que o personagem, no contexto,
(A) era gentil.
(B) era curioso.
(C) desconhecia a outra pessoa.
(D) revelava impaciência.
Leia o texto abaixo.
“Cinto de segurança também no banco de trás. Proteja a vida de quem você ama.”

HabilidadeIdentificar o tema de um texto.
04. Considerando esse texto como parte de uma campanha educativa, qual seria a sua função principal
            (A) narrar.       (B) descrever.            (C) relatar.        (D) convencer.

Leia o texto abaixo, e em seguida responda as questões de 5 a 10.
SARA ISABEL

Sara Isabel, morena, tem quinze anos, mede 1,75, pesa sessenta e dois quilos e é de uma beleza irreparável. Cursa o primeiro ano do segundo grau no Colégio São Marcos e pretende se formar em medicina ou seguir a carreira de modelo.
Em casa é uma pessoa isolada, que fica horas e horas, em seu quarto, lendo e ouvindo músicas. No colégio, não se isola, mas também não se junta com todo mundo, seleciona as amizades. Com o namorado, não se mostra muito interessada, acha-se muito nova para firmar namoro. No clube ou na praia, mostra-se bastante solta: joga vôlei, tênis, gosta de fazer ginástica, não para um minuto.
Das qualidades de Sara, a que mais me chama atenção é a sua dedicação aos estudos, o seu interesse em vencer na vida, o que mostra ser uma pessoa inteligente e conhecedora do seu mundo.

HabilidadeReconhecer gênero discursivo.
05. Quanto ao gênero pode-se dizer que
(A) possui caráter narrativo.
(B) é uma dissertação sobre a vida de uma pessoa.
(C) é uma descrição.
(D) interpreta os sentimentos e caracteres de alguém.

HabilidadeInferir o sentido de uma palavra ou expressão.
06. São características de natureza geral
(A) Sara Isabel tem interesse em vencer na vida.
(B) ela seleciona as amizades.
(C) não se mostra muito interessada em namoro.
(D) é morena, tem quinze anos, pesa sessenta e dois quilos.

HabilidadeInferir informação em texto verbal.
07. São aspectos que se profundam no conhecer da pessoa descrita
(A) pretende formar-se em medicina.
(B) é de uma beleza irreparável.
(C) Fica horas e horas em seu quarto lendo ou ouvindo música.
(D) mostra ser uma pessoa inteligente.

HabilidadeInferir informação em texto verbal.
08. No texto, a parte que dá ênfase a uma característica que melhor define Sara Isabel.
(A) muito nova para firmar namoro.
(B) cursa o primeiro ano do segundo grau.
(C) Não para um minuto.
(D) dedicação aos estudos, o seu interesse em vencer na vida.

HabilidadeFormular hipóteses sobre o conteúdo de um texto.

09. "... não se junta com todo mundo." Desta informação apresentada no texto infere-se que:
(A) Sara Isabel se acha mais importante que as outras pessoas.
(B) Sara Isabel é preconceituosa.
(C) Sara Isabel é orgulhosa.
(D) Sara Isabel é uma pessoa reservada.

HabilidadeDistinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
10. Do texto, depreende-se que Sara Isabel mostra-se bastante solta pelo fato de:
(A) participar em diversas atividades.
(B) ser determinada e objetiva.
(C) ser livre para ir aonde quiser.
(D) fazer o que da na cabeça sem pensar nas consequências.











PEI IIJIMA
ATIVIDADE EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 1ºA
Professora: Rosana (QUARTA , QUINTA e SEXTA)

ATIVIDADE 3 e 4 e 5
Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.
Um Apólogo

Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou à costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio à noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: 
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. 
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
 (Machado de AssisTexto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.)

Habilidade- Identificar o propósito comunicativo em diferentes gêneros.
01. A finalidade do texto é
(A) apresentar a conversa entre uma linha e uma agulha.
(B) divulgar um texto de Machado de Assis.
(C) informar sobre a vida de uma agulha e de uma linha.
(D) narrar uma história para ensinar uma moral.

Habilidade- Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
02. A frase que expressa uma opinião é
(A) “Deixe-me, Senhora.”
(B) “Mas você é orgulhosa.”
(C) “Vamos, diga lá.”
(D) “Você é que cose?”

Habilidade- Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.
03. No trecho “Que a deixe? Que a deixe, por quê?”, os pontos de interrogação têm efeito de
(A) apresentar.
(B) avisar.
(C) desafiar.
(D) questionar.


Leia a seguinte tira.

HabilidadeInterpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, fotos etc).
04. A menina do texto
      (A) chora de tristeza ao verificar que está trocando dentes.
      (B) está trocando seus dentes de leite e não gosta disso.
      (C) reclama da dor que sente ao trocar os dentes.
      (D) usa o espelho para observar a beleza dos seus dentes.

Leia os textos.
Texto I
“Sou completamente a favor da flexibilização das relações trabalhistas, pois a velhíssima legislação brasileira, além de anacrônica, vem comprometendo seriamente a nossa competitividade em nível global.”

Texto II

“É uma falácia dizer que com a eliminação dos direitos trabalhistas se criarão mais empregos. O trabalhador brasileiro já é por demais castigado para suportar mais essa provocação.” (O Povo, 17 abr. 1997.)

Habilidade- Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na
comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido.
05. Os textos acima tratam do mesmo assunto, ou seja, da relação entre patrão e empregado. Os dois se diferenciam, porém, pela abordagem temática. O texto II em relação ao texto I apresenta uma
(A) ironia.
(B) semelhança.
(C) oposição.
(D) aceitação.

Leia o texto.

Câncer

As novas frentes de ataque
A ciência chega finalmente à fase de atacar o mal pela raiz sem efeito colateral.

A luta contra o câncer teve grandes vitórias nas últimas décadas do século 20, mas deve-se admitir que houve também muitas esperanças de cura não concretizadas. Após sucessivas promessas de terapias revolucionárias, o século 21 começou coma notícia de uma droga comprovadamente capaz de bloquear pela raiz a gênese de células tumorais. Ela foi anunciada em maio deste ano, na cidade de San Francisco, no EUA, em uma reunião com a presença de cerca de 26 mil médicos e pesquisadores. A genética, que já vinha sendo usada contra o câncer em diagnósticos e avaliações de risco, conseguiu, pela primeira vez, realizar o sonho das drogas “inteligentes”: impedir a formação de tumores. Com essas drogas, será possível combater a doença sem debilitar o organismo, como ocorre na radioterapia e na quimioterapia
convencional. O próximo passo é assegurar que as células cancerosas não se tornem resistentes à medicação. São, portanto, várias frentes de ataque. Além das mais de 400 drogas em testes, aposta-se no que já vinha dando certo, como a prevenção e o diagnóstico precoce. (Revista Galileu.Julho de 2001, p. 41.)

Habilidade- Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto,
marcadas por conjunções, advérbios etc.
06. O conectivo “portanto”, (ℓ. 13), estabelece com as ideias que o antecedem uma relação de
(A) adversidade.
(B) conclusão.
(C) causa.
(D) comparação.



Leia o texto abaixo e responda à questão.
São Paulo busca soluções para evitar colapso socioambiental

Debates realizados na capital paulista para discutir a crise socioambiental no Brasil destacam desmatamento e exploração não sustentável da Amazônia.
Como era de se esperar, o desmatamento e a exploração não sustentável da região Amazônica dominaram os debates. Afinal, São Paulo é o maior centro urbano do país e o maior consumidor, processador e distribuidor dos produtos extraídos da Amazônia, como madeira, carne e soja.
Ao governo coube a exposição de medidas a serem adotadas para a preservação e a exploração sustentável da Amazônia. O Movimento Nossa São Paulo e o Fórum Amazônia Sustentável organizaram o seminário
“Conexões Sustentáveis: São Paulo-Amazônia”, iniciativa da qual o Instituto Akatu participa para discutir o viés socioambiental das relações comerciais entre as duas regiões. Dados do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apontam que, desse volume, 23% vêm para o estado de São Paulo, o que representa mais que a soma dos dois Estados que aparecem em segundo lugar (Paraná e Minas Gerais), com 11% cada. (Disponível em: <http://www.akatu.org.br/central/ especiais/2008/sao-paulo-busca-solucoespara-evitar-colapso-socioambiental>. Acesso em 11 ago. 2009.)

Habilidade- Identificar a tese de um texto.
07. A tese do texto está presente no
 (A) desmatamento e na exploração sustentável da Amazônia.
              (B) debate sobre o desmatamento e a exploração não sustentável da Amazônia.
              (C) processo e na distribuição dos produtos extraídos da Amazônia, como madeira, carne e soja.
              (D) viés socioambiental das relações comerciais inexistentes entre São Paulo e Amazonas.

Leia o texto abaixo.
O homem que espalhou o deserto

E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com seu instrumento. Onde quer que precisas sem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar seus machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializados do estrangeiro. Mandou assistente fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam e derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, machado, um aparelho eletrônico para arrasar. Enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada*. E, então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tornar férteis as terras do deserto. E os homens mandavam plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho a sua profissão.
* Queimada por completo; incinerada, carbonizada.
(BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Contos. São Paulo: Ground, 1989. )
[Fragmento]

Habilidade- Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto.
08. O trecho “Enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num
deserto, terra calcinada.” indica uma:
(A) opinião.
(B) causa.
(C) consequência.
(D) exclusão.

Leia o anúncio abaixo e responda à questão.

Procura-se desesperadamente um cachorro que atende pelo nome de Pirulito. Ele é um simpático vira-lata de cor bege, porte médio, que desapareceu no último dia 3 de agosto, na Avenida Cachorros Felizes, em São Paulo. Paga-se recompensa de R$ 500,00. Minha filha está sentindo muito a falta dele. Qualquer informação favor ligar para: 2222-5555 e falar com Pedro.

HabilidadeIdentificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
09. O texto acima tem por finalidade
(A) discutir a importância ou não desse tipo de anúncio.
(B) pedir informações sobre um cachorro desaparecido.
(C) contar histórias sobre o convívio com o animal.
(D) demonstrar como deve ser feito um anúncio.


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