PEI
IIJIMA
ATIVIDADE
EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 7ºC, 8º A e B
Professora:
Rosana (SEGUNDA)
Obs.: Aluno utilize este
material bem como livro didático, caderno do aluno e internet como pesquisa.
ATIVIDADE 1
Leia o texto.
"Jéssica veio do céu"
Jéssica é somente
uma garota de 11 anos [...]. Mas tem a coragem de uma leoa e a calma de um anjo
da guarda. Na noite do domingo 3, a casa em que ela mora se transformou num
inferno que ardia em chamas porque um de seus irmãos causou o acidente ao
riscar um fósforo. Larissa, de sete anos, Letícia, de três, e o menino de oito
que involuntariamente provocou o incêndio foram salvos porque Jéssica (apesar
de seus 11 anos) se esqueceu de sentir medo. Mesmo com a casa queimando, a
garganta sufocando com a fumaça e a porta da rua trancada por fora (a mãe
saíra), a menina não se desesperou. Abriu a janela de um quarto e através dela
colocou, um por um, todos os irmãos para fora. Enquanto fazia isso, rezava.
Ninguém sofreu sequer um arranhão. Só então Jéssica pensou em si própria. E
sentiu muito medo. Pulou a janela e disparou a correr. (Revista Veja. São
Paulo: Abril, 18 de Fevereiro de 2004.)
Habilidade- Reconhecer
o gênero discursivo.
01. O
texto acima é
(A) uma
reportagem. (B) uma notícia. (C) uma crônica. (D) um relato.
Habilidade- Identificar
o tema de um texto.
02. O
texto trata, principalmente
(A) de
uma garota de 11 anos.
(B) de um
anjo da guarda.
(C) de
uma menina medrosa.
(D) de
uma garota que deixou de ter medo.
Habilidade- Estabelecer relação causa/consequência entre
partes e elementos do texto.
03. No trecho “Larissa, de 7 anos, Letícia, de 3 anos, e o
menino de 8, que involuntariamente provocou o incêndio, foram
salvos porque Jéssica (apesar de seus 11 anos) se esqueceu de sentir medo”.(l .
5), o trecho destacado se refere a (ao)
(A) Larissa (de 7). (B)
Letícia (de 3). (C) menino (de 8). (D) Jéssica (de 11).
Habilidade- Estabelecer relações entre partes de um
texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto.
04. De
acordo com o texto, a expressão que substitui o termo em destaque é (ver
exercício nº 3)
(A) o
culpado pelo incêndio.
(B) o causador involuntário do incêndio.
(C) o provocador do incêndio.
(D) o responsável pelo incêndio.
Leia o texto a seguir.
Piada de Sogra
O
guarda manda o sujeito parar o carro. - Seus documentos, por favor. O senhor
estava a 130km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100. - Não, seu
guarda, eu estava a 100, com certeza. A sogra dele corrige: - Ah, Chico, que
é isso! Você estava a 130 ou mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo. - E sua lanterna direita
não está funcionando... - Minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na
estrada... A sogra insiste: - Ah, Chico, que mentira! Você vem falando há
semanas que precisa consertar a lanterna! O sujeito está fulo e faz sinal à
sogra para ficar quieta. - E o senhor está sem o cinto de segurança. - Mas eu
estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos! - Ah, Chico, deixa
disso! Você nunca usa o cinto! O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALA ESSA BOCA! O guarda se inclina e pergunta à senhora: - Ele sempre
grita assim com a senhora? Ela responde: - Não, seu guarda. Só quando ele
bebe.
|
Habilidade- Identificar o conflito gerador do enredo e
os elementos que constroem a narrativa.
05. De acordo com o texto, quem proferiu a fala seguinte:
“Ah, Chico, deixa disso! Você nunca usa o cinto!”
(A) o
narrador (B) o guarda.
(C) a sogra. (D) o
Chico.
Habilidade- Identificar efeitos de ironia ou humor em
textos variados.
06. Há traço de humor no trecho
(A) “Minha
lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada...”
(B) “Mas
eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!”
(C) “Cala
essa boca!”
(D) “Não,
seu guarda. Só quando ele bebe.”
Habilidade- Reconhecer posições distintas entre duas ou
mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema.
Quando a separação não é um trauma
A Socióloga Constance Ahrons, de Wisconsin, acompanhou por 20 anos um grupo de 173 filhos de divorciados. Ao atingir a idade adulta, o índice de problemas emocionais nesse grupo era equivalente ao dos filhos de pais casados. Mas Ahrons observou que eles "emergiam mais fortes e mais amadurecidos que a média, apesar ou talvez por causa dos divórcios e recasamentos de seus pais". (...) Outros trabalhos apontaram para conclusões semelhantes. Dave Riley, professor da universidade de Madison, dividiu os grupos de divorciados em dois: os que se tratavam civilizadamente e os que viviam em conflito. Os filhos dos primeiros iam bem na escola e eram tão saudáveis emocionalmente quanto os filhos de casais "estáveis". (...) Uma família unida é o ideal para uma criança, mas é possível apontar pontos positivos para os filhos de separados. "Eles amadurecem mais cedo, o que de certa forma é bom, num mundo que nos empurra para uma eterna dependência.”
A Socióloga Constance Ahrons, de Wisconsin, acompanhou por 20 anos um grupo de 173 filhos de divorciados. Ao atingir a idade adulta, o índice de problemas emocionais nesse grupo era equivalente ao dos filhos de pais casados. Mas Ahrons observou que eles "emergiam mais fortes e mais amadurecidos que a média, apesar ou talvez por causa dos divórcios e recasamentos de seus pais". (...) Outros trabalhos apontaram para conclusões semelhantes. Dave Riley, professor da universidade de Madison, dividiu os grupos de divorciados em dois: os que se tratavam civilizadamente e os que viviam em conflito. Os filhos dos primeiros iam bem na escola e eram tão saudáveis emocionalmente quanto os filhos de casais "estáveis". (...) Uma família unida é o ideal para uma criança, mas é possível apontar pontos positivos para os filhos de separados. "Eles amadurecem mais cedo, o que de certa forma é bom, num mundo que nos empurra para uma eterna dependência.”
(REVISTA ÉPOCA, 24/1/2005, p. 61-62. Fragmento.)
07. No texto, três pessoas posicionam-se em relação aos efeitos da
separação dos pais sobre os filhos: uma socióloga, um professor e o próprio
autor. Entende-se a partir do texto que
(A) a opinião da socióloga é discordante das outras
duas.
(B) a opinião do professor é discordante das outras duas.
(C) as três opiniões são concordantes entre si.
(D) o autor discorda apenas da opinião da socióloga.
(B) a opinião do professor é discordante das outras duas.
(C) as três opiniões são concordantes entre si.
(D) o autor discorda apenas da opinião da socióloga.
Leia o texto.
Animais no espaço
Vários animais viajaram pelo espaço como astronautas. Os russos já
usaram cachorros em suas experiências. Eles têm o sistema cardíaco parecido com
o dos seres humanos. Estudando o que acontece com eles, os cientistas descobrem
quais problemas podem acontecer com as pessoas.
A cadela Laika, tripulante da Sputnik-2, foi o primeiro ser vivo a ir
ao espaço, em novembro de 1957, quatro anos antes do primeiro homem, o
astronauta Gagarin.
Os norte-americanos gostam de fazer experiências científicas espaciais
com macacos, pois o corpo deles se parece com o humano. O chimpanzé é o
preferido porque é inteligente e convive melhor com o homem do que as outras
espécies de macacos. Ele aprende a comer alimentos sintéticos e não se incomoda
com a roupa espacial. Além disso, os macacos são treinados e podem fazer
tarefas a bordo, como acionar os comandos das naves, quando as luzes coloridas
acendem no painel, por exemplo.
Enos foi o mais famoso macaco a viajar para o espaço, em novembro de
1961, a bordo da nave Mercury/Atlas 5. A nave de Enos teve problemas, mas ele
voltou são e salvo, depois de ter trabalhado direitinho. Seu único erro foi ter
comido muito depressa as pastilhas de banana durante as refeições.
(Folha de São Paulo, 26 de janeiro de 1996)
Habilidade- Diferenciar
as partes principais das secundárias em um texto.
08. No texto
“Animais no espaço”, uma das informações principais é
(A) “A cadela Laika (...)
foi o primeiro ser vivo a ir ao espaço”.
(B) “Os russos já usavam cachorros em suas
experiências”.
(C) “Vários animais viajaram pelo espaço como
astronautas”.
(D) “Enos foi o mais famoso macaco a viajar para o
espaço”.
Leia
o texto a seguir.
O FIM DE SAPOS, RÃS E
PERERECAS:
“Para muita gente, sapos, rãs e pererecas podem lá não ter graça. Mas os anfíbios são essenciais à vida de florestas, restingas lagoas, só para citar alguns ambientes. E o problema é que estão desaparecendo sem que os cientistas saibam explicar o porquê. O fenômeno é conhecido há anos, mas tem se agravado muito. Sobram explicações- vírus, redução de habitat e mudanças climáticas, por exemplo- mas ainda não há respostas para o mistério, cuja consequência é o aumento do desequilíbrio ambiental. Para tentar encontrar uma solução, cientistas começaram a se reunir no Rio.” (O Globo,Rio de Janeiro, 2003.)
Habilidade- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
09. Ao se referir ao desaparecimento de
sapos, rãs e pererecas, o texto alerta para
(A) o perigo de alguns ambientes ameaçados.
(B) A falta de explicações dos cientistas.
(C) As explicações do mistério da natureza.
(D) O perigo do desequilíbrio do meio ambiente.
(A) o perigo de alguns ambientes ameaçados.
(B) A falta de explicações dos cientistas.
(C) As explicações do mistério da natureza.
(D) O perigo do desequilíbrio do meio ambiente.
PEI
IIJIMA
ATIVIDADE
EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 7ºC, 8º A e B
Professora:
Rosana (TERÇA)
Obs.: Aluno utilize este
material bem como livro didático, caderno do aluno e internet como pesquisa.
ATIVIDADE 2
Leia o texto e
responda as questões de 1 a 2.
Como um filho querido
Tendo agradado ao marido nas primeiras semanas de casados, nunca quis
ela se separar da receita daquele bolo. Assim, durante 40 anos, a sobremesa
louvada compôs sobre a mesa o almoço de domingo, e celebrou toda data em que o
júbilo se fizesse necessário.
Por fim, achando ser chegada a hora, convocou ela o marido para o conciliábulo apartado no quarto. E
tendo decidido ambos, comovidos, pelo ato solene, foi à esposa mais uma vez à
cozinha assar a massa açucarada, confeitar a superfície.
Pronto o bolo, saíram juntos para levá-lo ao tabelião, a fim de que se
lavrasse ato de adoção, tornando-se ele legalmente incorporado à família, com
direito ao prestigioso sobrenome Silva, e nome Hermógenes, que havia sido do
avô. (COLASANTI, Marina. Contos de
amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p.57.)
Habilidade- Inferir uma informação implícita em um texto.
01. No conto “Como um filho
querido” a esposa e o esposo foram ao tabelião com intuito de:
(A) Regularizar a situação de um
parente registrando seu nome.
(B) Registrar o nome do
filho querido que há 40 anos fazia parte da família, mas não tinha registro.
(C) Lavrar o ato de adoção do bolo no
tabelionato, e assim, incorporá-lo à família como um filho querido com direito
ao sobrenome da família Silva.
(D) Lavrar o ato de adoção do filho
querido para que o mesmo recebesse o nome do seu avô paterno, Hermógenes.
Habilidade- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
02. A expressão no 2º parágrafo
“Convocou ela o marido para o conciliábulo apartado
no quarto” significa:
(A) A mulher chamou o marido para
uma conversa séria no quarto a fim de convencê-lo
de que era preciso dar um nome ao bolo e registrá-lo no tabelionato.
(B) A mulher convidou o
marido para uma breve reunião no quarto do casal na qual decidiriam pelo
registro do nome do bolo no tabelionato.
(C) A esposa determinou ao
marido que fosse ao quarto a fim de convencê-lo de dar um nome e registro ao
bolo no cartório por meio de uma comemoração íntima.
(D) A esposa pediu para o marido
que a acompanhasse até o quarto onde decidiriam registrar o nome do bolo no
cartório de registros por meio de uma assembleia geral.
Leia o texto abaixo.
ENTENDA MELHOR ESSE
FENÔMENO
Primeiro o céu fica bem escuro e começa
a chover. Aí vem um clarão bem forte, seguido de um barulho enorme. E a gente
toma o maior susto! O nome desse fenômeno, poderoso e às vezes assustador, é
raio. O raio nasce em nuvens grandes e escuras, que têm a parte de baixo lisa.
Elas são conhecidas como cúmulos-nimbos e
ficam bem altas, entre 2 e 18 quilômetros do chão. Quando estão cheias de
gotículas de água e pequenos pedaços de gelo, caem grandes tempestades. Com o
vento as pedrinhas de gelo batem umas nas outras. Essa agitação cria partículas
de eletricidade na nuvem.
Se uma nuvem com muitas partículas
elétricas negativas encontra outra com muitas partículas positivas, elas trocam
essas partículas, formando uma corrente elétrica poderosa. Também pode
acontecer de se formar uma corrente elétrica entre uma nuvem e o solo. Nos dois
casos, o resultado final é o raio. (MOIÓLI,
Júlia. Revista Recreio n.411. Janeiro/2008)
Habilidade– Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
03. A opinião da autora
desse texto, a respeito dos raios, é que eles
(A)surgem em um clarão seguido de um
barulho. (B) nascem em grandes nuvens escuras. (C) são
formados por corrente elétrica. (D) são fenômenos poderosos e assustadores.
Leia o texto abaixo.
Qual a origem do doce
brigadeiro?
Em 1946, seriam
realizadas as primeiras eleições diretas para presidente após os anos do estado
novo, de Getúlio Vargas. O candidato da aliança PTB/PSD,
Eurico Gaspar Dutra, venceu com relativa folga. Mas o título de maior originalidade na campanha ficou para
as correligionárias do candidato derrotado, Eduardo Gomes (da UDN).
Brigadeiro da
aeronáutica, com pinta de galã, Eduardo Gomes tinha um apoio, digamos,
entusiasmado. Para fazer o corpo-a-corpo com eleitorado, senhoras da sociedade
saiam às ruas convocando as mulheres a votar em Gomes, com o slogan: vote no
brigadeiro. Ele é bonito e solteiro. Não satisfeito ainda promoviam almoços e
chás, nos quais serviam um irresistível docinho
coberto com chocolate granulado. Ao qual deram o nome, claro, de brigadeiro.
(Almanaque das curiosidades).
Habilidade- Identificar a finalidade de textos de diferentes
gêneros.
04. A
finalidade desse gênero de texto é: (A) trazer uma informação.
(B) refutar um argumento. (C) advertir as pessoas. (D) propor mudanças.
Leia o texto.
O Leão e o Rato
Estava um rato prestes a ser devorado por um gato faminto quando um leão que
passava por perto, comovido com seu desespero, espantou o gato pra longe.
Refeito do susto, o ratinho agradeceu:
– Muito obrigado por
salvar minha vida, majestade. O senhor é o rei da floresta e não precisaria se
incomodar com um ser tão insignificante como
eu. Mas um dia eu hei de lhe retribuir este favor.
O leão, que não havia
feito aquilo pensando em recompensa, seguiu o seu caminho:
– Pobre ratinho, como
poderia ele retribuir um favor ao rei dos animais?
No dia seguinte, o
leão estava andando distraído quando pisou numa rede estendida para
aprisioná-lo. Assim que pôs a pata na armadilha, a rede se fechou sobre o seu
corpo.
– Ai de mim. Ficarei
aqui a noite inteira até que cheguem os caçadores e me matem sem dó nem
piedade.
Eis que pela estrada
vem passando o ratinho seu amigo. Ao ver o leão naquela situação,
prontificou-se no mesmo instante:
_ É já que vou
retribuir o favor que você me fez. E pôs-se a roer as cordas até livrar o leão
da rede dos caçadores. (Fábulas de Esopo. Adapt. de
Ivana Arruda Leite. São Paulo: Escala Educacional. 2004)
Habilidade- Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos do texto.
05. A
fábula recebeu esse título porque
( A ) indica quem são os personagens principais.
( B ) indica que o leão é o rei dos animais.
( C) indica que o leão e o rato são os personagens
secundários.
( D ) nega os fatos importantes acontecidos com
todos os personagens.
Habilidade- Estabelecer relações entre partes
de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem
para a continuidade de um texto.
06. O verbo refazer foi
empregado no texto como sinônimo de
(A) reparar, arrumar.
(B) reorganizar, reformar.
(C) fazer de novo, corrigir.
(D) restaurar as forças, revigorar-se.
Leia o texto a
seguir.
A Raposa e o Cancão
Passara a manhã
chovendo, e o Cancão todo molhado, sem poder voar, estava tristemente pousado à
beira de uma estrada. Veio à raposa e levou-o na boca para os filhinhos. Mas o
caminho era longo e o sol ardente. Mestre Cancão enxugou e começou a cuidar do
meio de escapar da raposa. Passam perto de um povoado. Uns meninos que
brincavam começam a dirigir desaforos à astuciosa caçadora. Vai o Cancão e
fala:
_ Comadre raposa,
isto é um desaforo! Eu se fosse você não aguentava! Passava uma
descompostura!...
A raposa abre a boca
num impropério terrível contra a criançada. O Cancão voa, pousa triunfantemente
num galho e ajuda a vaiá-la. (Cascudo, Luiz câmera).
Habilidade- Identificar
o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.
07. No final da história, a
raposa foi: (A) corajosa (B) cuidadosa. (C) esperta (D) ingênua.
Leia o texto abaixo.
A Boneca Guilhermina
Esta é a minha
boneca, a Guilhermina. Ela é uma boneca mito bonita, que faz xixi e coco. Ela é
muito boazinha também. Faz tudo o que eu mando. Na hora de dormir, reclama um
pouco. Mas depois que pega o sono, dorme a noite inteira! Às vezes ela acorda
nomeio da noite e diz que está com sede. Daí eu dou água para ela. Daí ela faz
xixi e eu troco a fralda dela. Então eu ponho a Guilhermina dentro do armário,
de castigo. Mas quando ela chora, eu não aguento. Eu vou até lá e pego a minha
boneca no colo. A Guilhermina é a boneca mais bonita da rua. (MUILAERT, A. A boneca Guilhermina).
Habilidade- Identificar o tema de um texto.
08. O texto trata,
principalmente
(A) das aventuras de uma menina. (B) das brincadeiras de uma boneca. (C)
de uma boneca muito especial. (D) do dia a dia de uma menina.
Leia o texto abaixo.
O Feitiço do sapo
Todo lugar sempre tem um doido.
Piririca da Serra tem Zoio. Ele é um sujeito cheio de ideias, fica horas
falando e anda pra cima e pra baixo, numa bicicleta pra lá de doida, que só
falta voar. O povo da cidade conta mais de mil casos de Zoio, e acha que tudo acontece, coitado, por causa da sua
sincera mania de fazer “boas ações”. Outro dia, Zoio estava passando em frente
à casa de Carmela, quando a ouviu
cantar uma bela e triste canção. Zoio parou e pensou: que pena, uma moça tão
bonita, de voz tão doce, ficar assim triste e sem apetite de tanto esperar um
príncipe encantado. Isto não era justo. Achou que poderia ajudar Carmela a
realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa
para isso. Zoio se pôs a imaginar como iria achar um príncipe para Carmela.
Pensou muito para encontrar uma solução e finalmente teve uma grande ideia de
jerico: foi até a beira do rio, pegou um sapo verde e colocou-o numa caixa bem
na porta da casa dela. (FURNARI, Eva.
O feitiço do sapo. São Paulo: Editora Ática, 2006, p. 4 e 5. Fragmento.)
Habilidade– Inferir uma informação implícita em um texto.
09. Colocar um
sapo na porta da casa de Carmela foi uma ideia de jerico, porque essa ideia é; (A) secreta. (B) Maldosa. (C) perigosa (D) absurda.
Habilidade- Estabelecer relações entre partes de um texto,
identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto.
10. No
trecho: Achou que poderia ajudar Carmela a
realizar seu sonho e tinha certeza de que justamente ele era a pessoa certa
para isso. O pronome ELE está substituindo
(A) o príncipe. (B) o sonho. (C) Zoio (D) o
narrador.
PEI
IIJIMA
ATIVIDADE
EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 7ºC, 8º A e B
Professora:
Rosana (QUARTA)
ATIVIDADE
3
Leia o texto abaixo.
Só serei feliz
Se tiver grana, roupas legais e puder gastar com o que bem entender.
A gente não vai aqui repetir o velho ditado dizendo que “dinheiro não
traz felicidade”, como se isso fosse um consolo para quem está sem grana. Mas
também não dá para bancar a cínica e rebater afirmando que “trazer, não traz,
mas compra”. Brincadeiras à parte, a verdade é que a felicidade é um estado que
não se compra, mas pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Você
pode experimentar, por exemplo:
* Tomar um picolé;
* Levar seus olhos para passear e ver quanta coisa bonita existe na
natureza para ser apreciada;
* Dividir uma pizza com os amigos;
* Andar de mãos dadas com o namorado;
* Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo
carinhoso;
* Sair para passear com seu cachorrinho;
* Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de
sabão.
Enfim, dá para resumir em poucas palavras: encontrar a felicidade é bem
mais fácil do que você imaginava, não é mesmo? (Revista Atrevida. Número
161.janeiro/2008.pág.32.Fragmento adaptado.)
Habilidade– Identificar as marcas
linguísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.
01. Esse texto foi escrito
para : (A) pais. (B) garotas (C) namorados (D) idosos.
Leia o texto abaixo.
Mãe,
Hoje chegarei mais tarde. Vou estudar na casa de Márcia.
Beijos,
Lia
P.S.: Já lavei todas as louças.
(Amélia Albuquerque, Caminhos do Letramento, 1ª a 4ª série, Editora
Livro Técnico, 2003.)
Habilidade- Reconhecer gênero discursivo.
02. O texto foi escrito em
forma de
(A) jornal. (B) receita. (C)
piada. (D) bilhete.
Leia o texto.
Desejo de genro
Sogrinha, eu gostaria muito que a senhora fosse uma estrela.
— Quanta gentileza, genrinho. Mas por que você fala assim?
— Porque a estrela mais próxima está a milhões e milhões de quilômetros
da Terra. (Calendário 2008 – Ed. Boa Nova Com. Livros Religiosos Ltda. – EPP).
Habilidade- Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.
03. O que dá um tom
divertido a esse texto?
(A) O genro
comparar a distância das estrelas à distância que quer ter da sogra.
(B) A existência de estrelas
a milhões de quilômetros do planeta Terra
(C) O
genro chamar a sua sogra de “sogrinha” e querer que ela fosse uma estrela.
(D) A gentileza do genro com
a sua “sogrinha”, coisa rara de acontecer.
Leia o texto.
Luz sob a porta
— E sabem que
que o cara fez? Imaginem só: me deu a maior cantada! Lá, gente, na porta de
minha casa! Não é ousadia demais?
— E você?
— Eu? Dei
telogo e bença pra ele; engraçadinho, quem ele pensou que eu era?
— Que eu
fosse.
— Quem tá de
copo vazio aí?
— Vê se baixa
um pouco essa eletrola, quer pôr a gente surdo?
(VILELA, Luiz. Tarde da noite. São Paulo: Ática, 1998. p. 62.)
Habilidade- Identificar os níveis de linguagem e/ou as marcas linguísticas
que evidenciam locutor e/ou interlocutor.
04. O padrão
de linguagem usado no texto sugere que se trata de um falante
(A)
escrupuloso em ambiente de trabalho.
(B) ajustado
às situações informais.
(C) rigoroso
na precisão vocabular.
(D) exato
quanto à pronúncia de palavras.
Leia a história em
quadrinhos abaixo.
Habilidade- Interpretar
textos não verbais e textos que articulam elementos verbais e
não verbais.
05. Na história em quadrinhos que você leu, a expressão
“Irado!” aparece no título e no
quinto quadrinho com o sentido de
(A) sensacional.
(B) revoltante.
(C) medonho.
(D) curioso.
Leia a piada abaixo.
Ao sair do boteco, todo embriagado, consegue chegar em casa com muito
custo. Abre a porta e vai correndo para o banheiro. Assustado, corre para o
quarto e acorda a mulher: - Ô muié.... Essa casa tá mal assombrada! Eu abri a
porta do banheiro e a luz acendeu sozinha. Depois, fechei a porta e a luz
apagou sozinha.... A mulher, pu*a da vida, grita: - Filho da pu*a!!! Você mijou
na geladeira de novo!!!!
Habilidade- Inferir o sentido de uma palavra ou
expressão.
06. A
expressão “Filho da pu*a”, indica
(A) indivíduo
safado.
(B) nome
de uma pessoa.
(C) exagero
da mulher.
(D) travessura
de um ser.
Habilidade- Reconhecer
efeitos de ironia ou de humor em textos variados.
07. Há
traço de humor no trecho
(A) “Filho
da pu*a!!! Você mijou na geladeira de novo!!!!”
(B) “Ô
muié.... Essa casa tá mal assombrada!”
(C) “Eu
abri a porta do banheiro e a luz acendeu sozinha.”
(D) “Assustado,
corre para o quarto e acorda a mulher.”
Leia o texto.
Sempre o Juquinha
No primeiro
dia de aula, a professora explica que vai testar a capacidade de
raciocínio das crianças, fazendo-as ligar
determinadas características ao animal certo. Chama o
Juquinha e começa:
– Quem
pia é...
– Pião! – diz
o garoto terrível.
Com paciência,
a professora diz que é o pintinho da galinha que pia.
– Vou lhe dar
outra chance: quem ladra é...
– Ladrão!
A professora,
irritada, explica que é o cachorro.
– Seu
Juquinha, vou lhe dar a última chance: quem muda de cor é...
E o Juquinha:
– Semáforo! (Almanaque
Brasil de Cultura Popular. São Paulo, ano 2, n. 15, jun. 2000, p. 30.)
Habilidade- Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de
outras notações.
08. Nos
trechos ”– Quem pia é ...”; “quem ladra é...”; “quem muda de cor é...”, o uso
das reticências, em relação ao aluno, reforça a
(A) oportunidade de completude da fala.
(B) informação
sobre extinção de animais.
(C) expressão
de irritação da professora.
(D) falta de
resposta dos alunos.
PEI
IIJIMA
ATIVIDADE
EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 7ºC, 8º A e B
Professora:
Rosana (QUINTA)
ATIVIDADE
4
Leia o texto abaixo.
Dez dicas para você não fazer feio na cozinha
1 – Lave bem as mãos antes de começar a fazer qualquer receita.
2 – Se você tiver cabelo comprido, prenda-o com um elástico.
3 – Use um avental para não sujar a roupa.
4 – Evite chegar perto do forno quando ele estiver
quente.
5 – Meça os ingredientes e deixe-os separados antes
de fazer a receita.
6 – Guarde os utensílios que já foram usados no
lugar onde estavam anteriormente.
7 – Jogue fora os restos de embalagens que não
serão reaproveitados.
8 – Não fique perto de panelas com água fervente.
9 – Nunca corra dentro da cozinha, principalmente
com objetos na mão.
10 – Não use
facas pontudas. Se precisar cortar algum ingrediente, peça a seus pais ou a
algum adulto que o ajudem. (Folha de São Paulo. São Paulo, 13 jul. 2002.
Suplemento Folhinha.)
Habilidade- Localizar
informações explícitas em um texto.
01. O
texto apresenta uma lista de
(A)
ingredientes exigidos para o preparo de qualquer prato.
(B)
comportamentos que devem ser adotados na cozinha.
(C) utensílios
necessários à preparação de uma receita.
(D) regras de
higiene fundamentais na cozinha.
Habilidade- Identificar
os níveis de linguagem e/ou as marcas linguísticas que evidenciam locutor e/ou
interlocutor.
02. O trecho
do texto que apresenta
o interlocutor específico para o qual o
texto está dirigido é
(A) “Lave bem as mãos antes de começar a fazer
qualquer receita.”
(B) “Use um avental para não sujar a roupa.”
(C) “Jogue fora os restos de embalagens que não
serão reaproveitados.”
(D) “Se
precisar cortar algum ingrediente, peça a seus pais ou a algum adulto que o
ajudem.”
Leia o seguinte poema.
Ingenuidade
Na boca da
caverna
gritei
vibrando:
_ TE AMO!
TE
AMO!
TE
AMO!
E o eco
respondeu
lá
de dentro da
caverna:
_ TE
AMO!
TE
AMO!
TE
AMO!
E eu, ingênuo
acreditei... (Elias, José. Amor
adolescente.)
Habilidade- Reconhecer o efeito de sentido decorrente
da exploração de recursos ortográficos
e/ ou morfossintáticos.
01. A
repetição, pelo eu poético, da exposição, da expressão “TE AMO”,
que ecoou dentro da caverna, reforça
(A) a
intensidade da paixão do eu poético. (C) a beleza do
primeiro amor.
(B) a ingenuidade
do eu
poético.
(D) o eco dentro da caverna.
Leia o texto a seguir.
PRINCESA NENÚFAR ELFO-ELFA
Nasceu já bem
pálida, de olhos claros e cabelos loiros, quase brancos. Foi se tornando
invisível já na infância e viveu o resto da vida num castelo malassombrado, com
fantasmas amigos da família. Dizem que é muito bonita, mas é bem difícil de se
saber se é verdade.
(SOUZA,
Flávio de. Príncipes e princesas, sapos e lagartos. Histórias modernas de
tempos antigos. Editora FTD, p. 16. Fragmento.)
Habilidade- Distinguir
um fato da opinião relativa a esse fato.
02. A opinião
das pessoas sobre a princesa é de que ela:
(A) é muito bonita.
(B) é pálida, de olhos claros.
(C) tem cabelos quase brancos.
(D) vive num castelo.
Leia o texto abaixo.
Mãos à água!
Elas entram em contato com muitas coisas e podem
levar microorganismos nocivos para a boca, os olhos e outras partes do corpo.
Por isso, as mãos pedem atenção especial. Devem ser lavadas antes das
refeições, depois de ir ao banheiro e sempre que tiverem contato com sujeira. A
pele da palma das mãos é diferente do restante do corpo, e pode ser lavada mais
vezes. (Revista CHC 176 :: Janeiro/ Fevereiro de 2007 Adriana Bonomo e
José Marcos Cunha).
HABILIDADE– Estabelecer relações entre partes de um texto identificando
repetições ou substituições que contribuem para sua continuidade.
03. No trecho
“Elas entram em contato com muitas coisas...”, a palavra Elas refere-se a
(A) águas. (B)
bocas. (C)
mãos. (D)
refeições.
Leia o texto abaixo.
Habilidade- Interpretar
texto com o auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto
etc.)
04. Os
quadrinhos do texto acima falam de
(A) desmatamento.
(B) seca.
(C) enchente.
(D) descaso
das autoridades.
O LAZER DA FORMIGA
A
formiga entrou no cinema porque achou a porta aberta e ninguém lhe pediu bilhete
de entrada. Até aí, nada demais, porque não é costume exibir bilhete de entrada
a formigas. Elas gozam de certos privilégios, sem abusar deles.
O
filme estava no meio. A formiga pensou em solicitar ao gerente que fosse
interrompida a projeção para recomeçar do princípio, já que ela não estava
entendendo nada; o filme era triste, e os anúncios falavam de comédia. Desistiu
da ideia; talvez o cômico estivesse nisso mesmo.
A
jovem sentada à sua esquerda fazia ruído ao comer pipoca, mas era uma boa alma
e ofereceu pipoca à formiga. __ Obrigada, respondeu esta, estou de luto
recente. __ Compreendo, disse a moça, ultimamente há muitas razões para não
comer pipoca.
A
formiga não estava disposta a conversar, e mudou de poltrona. Antes não o
fizesse.
Ficou ao lado
de um senhor que coleciona formigas, e que sentiu, pelo cheiro, a raridade de
sua espécie. Você será a 70001 de minha coleção, disse ele,
esfregando as mãos de contente. E abrindo uma caixinha de rapé, colocou dentro
a formiga, fechou a caixinha e saiu do cinema.
(Carlos
Drummond de Andrade. Contos plausíveis.)
Habilidade- Identificar
o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.
05.
Marque a opção cujo conteúdo expresse o fato representante da complicação da
narrativa:
(A) “A formiga
entrou no cinema porque achou a porta aberta (...)”
(B) “A formiga
pensou em solicitar ao gerente que fosse interrompida a projeção.”
(C) ”A formiga não
estava disposta a conversar, e mudou de poltrona.”
(D) “Ficou ao lado
de um senhor que coleciona formigas, (...)”
Leia a história em quadrinhos abaixo, depois
responda as questões de 6 a 10.
ZIRALDO.
As melhores tiradas do menino maluquinho. São Paulo: Melhoramentos, 2000. p. 88.
Habilidade- Interpretar
textos não verbais e textos que articulam elementos verbais e não verbais.
06. Para convencer o amigo sobre a seriedade
de sua pesquisa, o menino
(A) colocou uma panela na cabeça.
(B) produziu um líquido com água e açúcar.
(C) vestiu uma roupa de adulto.
(D) utilizou palavras inexistentes.
Habilidade- Identificar o conflito gerador do enredo e
os elementos que constroem a narrativa.
07. O menino
maluquinho concluiu que sua experiência funcionou porque
(A) conseguiu que o amigo dissesse que acreditava nele.
(B) convencer o amigo a provar o líquido do tubo de ensaio.
(C) observou sintomas de “tibididade” no rosto do amigo.
(D) perguntou ao amigo se ele queria ajudá-lo na pesquisa.
Habilidade- Idem ao 7
08. A
reação de Junim no último quadrinho demonstra que ele
(A) descobriu que fora enganado. (C) correu com o grito do
amigo.
(B) ficou com raiva do maluquinho. (D) sentiu medo de passar mal.
Habilidade- Identificar
os níveis de linguagem e/ou as marcas linguísticas que evidenciam locutor e/ou
interlocutor.
09. O recurso
utilizado no texto para representar a fala dos personagens é
(A) a cor.
(B) o gesto.
(C) o tipo de letra.
(D) o balão.
Habilidade- Identificar
o propósito comunicativo em diferentes gêneros.
10. Pode-se
concluir que o objetivo do menino maluquinho era
(A) brincar com tubos de ensaio.
(B) enganar o amigo inocente.
(C) fazer uma experiência séria.
(D) pesquisar um novo remédio.
PEI
IIJIMA
ATIVIDADE
EAD LÍNGUA PORTUGUESA SÉRIES 7ºC, 8º A e B
Professora:
Rosana (SEXTA)
ATIVIDADE
5
Leia o texto a seguir.
Com franqueza, estava arrependido de
ter vindo. Agora que ficava preso, ardia por andar lá fora, e recapitulava o
campo e o morro, pensava nos outros meninos vadios, o Chico Telha, o Américo, o
Carlos das Escadinhas, a fina flor do bairro e do gênero humano. Para cúmulo de
desespero, vi através das vidraças da escola, no claro azul do céu, por cima do
morro do Livramento, um papagaio de papel, alto e largo, preso de uma corda
imensa, que bojava no ar, uma cousa soberba. E eu na escola, sentado, pernas
unidas, com o livro de leitura e a gramática nos joelhos.
- Fui um bobo em vir, disse eu ao
Raimundo.
- Não diga isso, murmurou ele. ("Conto
de escola". Machado de Assis In: Contos, São Paulo, Ática, 1992, 9ª ed.,
p. 25-30)
Habilidade- Localizar informações explícitas em um texto.
01. Indique o segmento que completa, de
acordo com o texto, o enunciado formulado a seguir: No trecho transcrito, o
narrador-personagem é um menino que relata
(A) as
dificuldades que experimenta nas aulas de leitura e gramática.
(B) suas
emoções em um dia de escola.
(C) o
desespero por não possuir um papagaio de papel tão soberbo como aquele que via
no céu.
(D) os temores de
ficar de castigo, sentado, os livros no joelho.
Habilidade- Estabelecer relação causa/consequência entre partes e elementos
do texto.
02. Indique o segmento que completa, de
acordo com o texto, o enunciado formulado a seguir: O menino se confessava
"arrependido de ter vindo" porque
(A) os outros
meninos vadios passariam a chamá-lo de bobo.
(B) não
gostava que os outros meninos empinassem seu papagaio de papel.
(C) preferia
ter ficado com os outros meninos, a brincar na rua.
(D) tivera
de cumprir a promessa de que viria, feita a Raimundo.
Leia o texto abaixo.
Lambe-lambe
Nome de profissional que perdeu espaço na era da foto digital pode ajudar a entender a evolução da imagem fotográfica.
Os leitores mais jovens não devem saber o que é isso. A eles, já explico. Anos atrás, “lambe-lambe” era o fotógrafo instantâneo querido e popular que, trabalhando ao ar livre – geralmente em jardins públicos –, produzia, com pouquíssimos recursos de que dispunha, fotos que retratavam, para a posteridade, flagrantes muito especiais. Aquele sujeito circunspecto, todo paramentado, a mocinha casadoira, a família reunida durante um passeio, o casal enamorado, momentos que se esvaem na poeira dos anos.
Com a evolução tecnológica e a pressa de hoje, sobrevivem raros lambe-lambes, sobretudo nas pequenas cidades do interior, fazendo apenas retratos tipo 3x4 para documentos.
Mas por que era chamado de lambe-lambe? “Lamber” vem do latim lambere, com o mesmo significado que conhecemos. O curioso nome tem origem num gesto comum no antigo exercício da profissão. É que o fotógrafo usava a saliva, lambia o material sensível para marcar e identificar de que lado estava a emulsão química usada para fixar a imagem no papel ou chapa, e não colocá-lo do lado errado na hora bater a fotografia. (...) (Por Márcio Cotrim. Língua Portuguesa. Ano II. Número 20. 2007. p.65.)
Nome de profissional que perdeu espaço na era da foto digital pode ajudar a entender a evolução da imagem fotográfica.
Os leitores mais jovens não devem saber o que é isso. A eles, já explico. Anos atrás, “lambe-lambe” era o fotógrafo instantâneo querido e popular que, trabalhando ao ar livre – geralmente em jardins públicos –, produzia, com pouquíssimos recursos de que dispunha, fotos que retratavam, para a posteridade, flagrantes muito especiais. Aquele sujeito circunspecto, todo paramentado, a mocinha casadoira, a família reunida durante um passeio, o casal enamorado, momentos que se esvaem na poeira dos anos.
Com a evolução tecnológica e a pressa de hoje, sobrevivem raros lambe-lambes, sobretudo nas pequenas cidades do interior, fazendo apenas retratos tipo 3x4 para documentos.
Mas por que era chamado de lambe-lambe? “Lamber” vem do latim lambere, com o mesmo significado que conhecemos. O curioso nome tem origem num gesto comum no antigo exercício da profissão. É que o fotógrafo usava a saliva, lambia o material sensível para marcar e identificar de que lado estava a emulsão química usada para fixar a imagem no papel ou chapa, e não colocá-lo do lado errado na hora bater a fotografia. (...) (Por Márcio Cotrim. Língua Portuguesa. Ano II. Número 20. 2007. p.65.)
Habilidade- Localizar informações explícitas em um texto.
03. Esse texto trata
(A) da origem do nome lambe-lambe.
(B) da profissão de fotógrafo do passado.
(C) dos materiais usados em foto antiga.
(D) dos momentos gravados nas fotos.
03. Esse texto trata
(A) da origem do nome lambe-lambe.
(B) da profissão de fotógrafo do passado.
(C) dos materiais usados em foto antiga.
(D) dos momentos gravados nas fotos.
Leia o texto a
seguir.
Eu tenho um sonho
Eu tenho um
sonho
que o mundo viva em paz
lutar pelos direitos dos
homens e
em parte alguma haja guerra
Eu tenho um sonho
Eu tenho um sonho
tornar nosso mundo verde e
limpinho Acabar com a pobreza
na Terra
Eu tenho um
sonho
Eu tenho um sonho
de boa educação para as
crianças
Eu tenho um monte de sonhos...
Eu tenho um
sonho
Quero que todos se realizem
de voar livre como um
passarinho
Mas como?
Eu tenho um sonho
Marchemos
de mãos dadas
ter amigos de todas
raças
e ombro a ombro
Eu tenho um
sonho
Para que os sonhos de todos
se
realizem!
(SHRESTHA, Urjana. Eu tenho um sonho. In: Jovens do mundo inteiro.
Todos temos direitos: um livro de direitos humanos. 4ª ed. São Paulo: Ática,
2000. p.10.)
Habilidade- Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando
repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um
texto.
04. No verso “Quero que todos se
realizem” (v. 19) o termo sublinhado refere-se a
(A)
amigos.
(B) direitos.
(C) homens.
(D) sonhos.
Leia o texto.
Todo ponto de vista é
à vista de um ponto
Ler significa reler e
compreender, interpretar. Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a
partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é um ponto. Para entender como
alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo.
Isso faz da leitura sempre uma releitura.
A cabeça pensa a
partir de onde os pés pisam. Para compreender, é essencial conhecer o lugar
social de quem olha. Vale dizer: como alguém vive, com quem convive, que
experiências tem, em que trabalha, que desejos alimenta, como assume os dramas
da vida e da morte e que esperanças o animam. Isso faz da compreensão sempre
uma interpretação. (Boff, Leonardo. A águia e a galinha. 4ª ed. RJ:
Sextante, 1999.)
Habilidade- Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
05. A expressão “com os olhos que
tem”(ℓ.1), no texto, tem o sentido de
(A) enfatizar a leitura.
(B) incentivar a leitura.
(C) individualizar a leitura.
(D) priorizar a leitura.
Leia o texto a
seguir.
Não se perca na rede
A Internet é o maior
arquivo público do mundo. De futebol a física nuclear, de cinema a biologia, de
religião a sexo, sempre há centenas de sites sobre qualquer assunto. Mas
essa avalanche de informações pode atrapalhar. Como chegar ao que se quer sem
perder tempo? É para isso que foram criados os sistemas de busca.
Porta de entrada na
rede para boa parte dos usuários, eles são um filão tão bom que já existem às
centenas também. Qual deles escolher? Depende do seu objetivo de busca. Há
vários tipos. Alguns são genéricos, feitos para uso no mundo todo (Google, por
exemplo). Use esse site para pesquisar temas universais. Outros são nacionais
ou estrangeiros com versões específicas para o Brasil (Cadê, Yahoo e
Altavista). São ideais para achar páginas “com.br”.
(Paulo D’Amaro) Disponível em:
http://galileu.globo.com/edic/116/rep_internet.htm>. Acesso em Julho /2008.
Habilidade- Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.
06. O artigo foi escrito por Paulo
D’Amaro. Ele misturou informações e análises do fato. O período que apresenta
uma opinião do autor é
(A) “foram
criados sistemas de busca.”
(B) “essa
avalanche de informações pode atrapalhar.”
(C) “sempre há
centenas de sites sobre qualquer assunto.”
(D) “A
internet é o maior arquivo público do mundo.”
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